Nem tudo é chocolate!

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Quando falamos sobre comércio, a Páscoa é uma época onde o chocolate tem seu maior crescimento de procura e consumo, mas apesar da variedade, nem tudo é chocolate! 

Imagem: Freepik

Nutricionista Michelle Fernandes – CRN 37271

Definitivamente a Páscoa não é sobre chocolate. Enquanto mulheres cristãs, enfrentamos o desafio de manter vivo o significado real principalmente na mente de nossos filhos. Falar sobre salvação e o sacrifício de Cristo deve fazer parte da educação que proporcionamos em nossos lares, e a Páscoa é uma data muito útil para intensificar nossos esforços nesse sentido.

Durante a Semana Santa conversaremos sobre formas de incluir essa conversa tão importante em nosso cotidiano, enquanto isso, é importante fazer o possível para minimizar os danos ao nosso corpo em um período marcado por açúcar e chocolate.

Como minimizar os danos

Recentemente com a atualização obrigatória de rótulos de alimentos no Brasil, isso ficou mais evidente, ou seja, entrou em vigor a nova apresentação em relação aos ingredientes. Se você for ao mercado encontrará um “chocolate” com a seguinte descrição na embalagem; “Contém chocolate”. Como assim, o chocolate, contém chocolate? Por mais engraçado que soe a verdade é simples, a maior parte desse produto é formado por outros compostos, o que coloca esse produto na escala de “não tão saudável”.

Com tal atualização, outra informação que as empresas devem seguir é colocar o desenho de uma lupa indicativa na parte da frente do produto com as seguintes informações em destaque: “produtos com altos teores de açúcares e gordura saturada”. Ou seja, uma maneira de orientar de forma mais clara sobre a qualidade dos produtos adquiridos. Nesse cenário, como escolher a melhor opção de chocolate se ainda sim quisermos consumir?

1- Escolha o que tiver maior teor de cacau

O ideal é que seja de 50% para cima! Além de conter menos açúcar, auxilia no controle da saciedade por doce mais rápido que os outros.

2- Leia a lista de ingredientes

O primeiro item da lista deve ser “massa de cacau”, “pasta de cacau” ou “liquor de cacau”.

3- Analise se o segundo item da lista está a gordura

De preferência deve ser “manteiga de cacau” ou “gordura de cacau”. Essa gordura contém “polifenóis” ideais. O que isso significa? Que os benefícios que você sempre ouve do chocolate estão mais próximos ao ideal! Gorduras menos indicadas: Gordura hidrogenada, gordura anidra ou gordura de manteiga desidratada!

4- Açúcar 

Se você for escolher a versão Diet prefira o adoçante natural como “xilitol” ou “estévia”. Açúcares não indicados e artificiais: aspartame, ciclamato, sucralose e acessulfame. 

5- Conservantes 

Claro que nada melhor que os chocolates artesanais, mas se a sua única opção é industrializado, escolha os que possuem “Lecitina de soja”. Conservantes não indicados: “Poliglicerol”, “Polirricionelato” e “ricionelato de glicerina”! Traduzindo: o seu chocolate mais próximo do ideal deve ser formado por: “massa de cacau, manteiga de cacau, açúcar natural e leticina de soja”.

Não perca o foco!

É importante ter em mente o tempo todo que nem tudo é chocolate. Mesmo com o forte apelo da indústria nessa época, não esqueça o verdadeiro sentido da Páscoa, afinal, a Páscoa pode até conter chocolate, mas não é sobre chocolate. Durante a semana conversaremos sobre como podemos ser mais ativas em nossa missão em períodos como a Páscoa. Lembrando que a missão começa em nossa família!

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